Por muito tempo, resisti demais em ter um perfil mais ativo e orgânico nas redes sociais.
“Muita exposição, invasivo demais” era o que eu sempre dizia, e como tentava convencer a mim mesmo que as redes sociais eram apenas um espaço para o exercício de um certo voyeurismo. Afinal, vivemos de querer saber da vida do outro…
Perdi para mim mesmo.
Não há mais uma divisão do mundo dito real (ou físico) e do virtual (ou digital). O termo omnichannel ilustra bem isso: a comunicação flui por todos os canais, sem que isso mude ou limite o conteúdo dela.
Talvez tenha demorado tanto tempo a entender essa lógica por conta de não ter a linguagem das redes sociais como nativa.
Mas e daí? Enquanto estamos vivos, devemos continuar aprendendo a viver. Portanto, se negligenciarmos e fizermos de conta que inteligência artificial generativa, machine learning e metaverso não vão nos impactar, então estamos mesmo fora do mundo.
Assim, com tremendo atraso, mas ainda a tempo, chego por aqui de peito (e perfil) aberto, para me relacionar, trocar experiências, compartilhar, colaborar, fazer negócios e também me apropriar desse pedaço do mundo.
Se você chegou até aqui, e ainda não me conhece: muito prazer, Eduardo Pires!
